domingo, 15 de abril de 2012

Canadá e EUA se destacam na reunião de cúpula sobre drogas, e sobre cuba

O Canadá está participando de uma cúpula que reúne todos os estados americanos, menos Cuba que foi excluído em 1962, essa cúpula é para a discussão de diversos assuntos que envolvem todo o continente americano, desde cada presidente apresentando o lobby do seu país para atrair fortes investidores, até a discussão sobre como reduzir o nível do tráfico de drogas entre as Américas que fez com que a América Latina e o Caribe atingissem o maior nível do mundo em relação a taxas de homicídio relacionadas ao tráfico de drogas.
O maior ponto de discussão do encontro dos países americanos é o retorno de Cuba para a organização dos estados americanos, que Canadá e os EUA não estão dispostos a aceitar, porém três líderes latino-americanos já teriam dito que recusariam a assinar a declaração de cúpula caso Canadá e EUA continuem com a recusa ao país comunista. O presidente colombiano ainda lembrou que a Guerra Fria terminou décadas atrás, fazendo referência aos dois países do norte.

Fontes:

Publicado por: Anderson Rodrigues Campos

Bombas e escândalo marcam chegada de Obama à Cúpula das Américas na Colômbia

Na chegada de Obama e chefes de Estado de 33 países na sexta edição da Cúpula das Américas, explosivos foram colocados em uma vala numa região residencial situada perto da embaixada dos EUA e da sede da procuradoria geral da Colômbia. Não houve feridos e a polícia afirma que as duas bombas possam ter sido um ato de protesto por grupos de guerrilha esquerdistas do país. Os últimos acontecimentos que marcaram a Colômbia foram as derrotas expressivas das Farc, que se viu acuada e perdeu boa parte do seu poder de combate que, no entanto, ainda permanecem em atividade.

Outro tema por pouco não ofuscou a presença do presidente Barack Obama na Colômbia para a reunião de líderes das Américas: um escândalo envolvendo agentes do Serviço Secreto americano escalados para fazer a segurança do líder dos Estados Unidos, o grupo de agentes está sendo investigados, eles foram retirados da Colômbia e substituídos por outros profissionais. O serviço secreto não deu detalhes de quais seriam esses deslizes de conduta, uma das acusações seria de que um deles estaria envolvido com prostitutas, todos os 12 agentes estão sendo investigados, entre as ações adotadas está a proibição de prostituição nas ruas de certas partes da cidade.

Publicado por: Thiago Bacelar Cardoso


domingo, 8 de abril de 2012

Navio de guerra parte de porto no Reino Unido rumo às Malvinas


Nessa última semana a tensão entre Argentina e Reino Unido, em relação às Ilhas Malvinas, ganhou destaque na imprensa.  Ambos os países lembraram , com honrarias militares, o aniversário de 30 anos da guerra que colocou o arquipélago em domínio britânico.

 

Contudo, o que ganhou maior destaque foi a atitude da marinha britânica de enviar ao Atlântico Sul seu navio de guerra destroyer HMS Dauntless, um dos mais modernos de sua frota, para uma missão de 6 meses .  O ato foi visto como hostil pela argentina que acusou a Grã-Bretanha de militarizar o conflito. Anteriormente, Buenos Aires já havia acusado Londres de praticar Colonialismo em pleno século XXI.

Apesar da justificativa inglesa, classificando a operação como “rotineira”, o governo argentino apresentou queixa formal à Organização das Nações Unidas (ONU) denunciando a atitude britânica.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/navio-de-guerra-parte-de-porto-no-reino-unido-rumo-as-malvinas/n1597732112122.html

Por: David Maldonado

Visita de Dilma aos EUA tenta aprofundar relações bilaterais

Depois de acusar os países ricos de patrocinarem um “tsunami monetário” com suas políticas expansionistas, Dilma Rousseff foi aos Estados Unidos para tentar aprofundar uma relação bilateral, com a necessidade de unir esforços no combate à crise econômica mundial, mesmo tendo várias divergências.

            Junto ao presidente Obama, Dilma reafirmará que para combater o período de instabilidade é necessária uma ação realizada em conjunto e imediata. Ela também afirma que com a desvalorização artificial da moeda cria barreiras na competitividade dos produtos, especialmente no Brasil que com essas barreiras acaba que ninguém tem a ganhar com uma competição predatória e não terá o crescimento equilibrado do comércio internacional.

Nessa sua visita aos Estados Unidos, ela deixa claro que metade de sua agenda ela passará em Boston para se concentrar na questão dos intercâmbios de pessoas e de ideias, pretendendo conceder mais de 100 mil bolsas a estudantes de graduação e pós-graduação com parcerias no programa Ciência Sem Fronteiras.
Publicado por: Hellen Sandra

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,visita-de-dilma-aos-eua-tenta-aprofundar-relacoes-bilaterais,l,visita-de-dilma-aos-eua-tenta-aprofundar-relacoes-bilaterais,858690,0.htm

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Morte de homossexual gera lei anti-discriminação no Chile

No dia 3 de março, o chileno Daniel Zamudio, de 24 anos, foi brutalmente atacado, espancado e torturado por quatro neonazistas em um parque de Santiago por ser homossexual. Daniel Zamudio ficou 25 dias hospitalizado antes de falecer no dia 27 do mesmo mês. Este crime aconteceu depois de um movimento sobre os direitos homossexuais. O caso chocou o Chile e mobilizou o debate sobre a homofobia no país.

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos denunciou a morte do jovem e pediu que o país adote uma lei que puna os crimes com fundamentos na orientação sexual. O presidente Sebastián Piñera afirmou que a morte de Zamudio "não ficará impune e que reforçará o compromisso total do Governo contra toda discriminação arbitrária".

A Constituição chilena segue o princípio de igualdade humanitária, mas não estabelecia sanções específicas contra atos de discriminação. A Câmara dos Deputados do Chile aprovou no dia 4 de abril grande parte dos artigos partes de uma lei que pune a discriminação sexual ou religiosa. A lei pairava no Congresso desde 2005 e foi votada apenas após a morte do jovem. A lei ficou conhecida como "Lei Zamudio". 

A lei afirma que "se entende por discriminação arbitrária toda distinção, exclusão ou restrição sem justificativa razoável efetuada por agentes do Estado ou particulares que cause privação, perturbação ou ameaça ao exercício legítimo dos direitos fundamentais".

A lei relata discriminação por "motivos de raça ou etnia, nacionalidade, situação socioeconômica, idioma, ideologia ou orientação política, religião ou credo, participação em organizações gremiais, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, estado civil, idade, filiação, aparência pessoal e doença ou incapacidade".

"Sabemos bem que uma lei não vai solucionar todos os problemas, que, por sinal, são muito mais profundos. Esses conceitos têm que começarem a ser transmitidos desde cedo, de casa, de nossa cultura e nossa formação como sociedade", ressaltou Chadwick, porta-voz do governo chileno.

O juiz nacional, Sabas Chahuán, confirmou no dia 28 de março que os 4 neonazistas que atacaram e torturaram Zamudio serão acusados de homicídio qualificado consumado, o que poderá gerar uma condenação de 40 anos de prisão para cada.

Antes da "Lei Zamudio", o artigo 373 do Código Penal, proibia os homossexuais de se beijarem na rua por supostamente 'ofenderem o pudor e os bons costumes'. Um caso chileno que criou muita repercussão internacional foi o que o Estado, por discriminar uma juíza por ela ser lésbica, a fez perder a custódia de suas filhas.

Escrito por: Jéssica Portes

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Tempo para negociar com Irã está acabando, segundo Hillary.


Com o final da diplomacia sobre o programa nuclear do Irã, Hillary declara  um possível ataque militar dos Estados Unidos ou de Israel, tendo em vista a oportunidade que o Irã terá para uma solução pacífica que ficará aberta por muito tempo.
Hillary Clinton tem dúvidas se o Irã tem alguma finalidade de negociar com os Estados Unidos, Israel e outros países, e isso só vai acontecer quando os iranianos restituírem as armas nucleares. Com a devolução das armas os Estados Unidos progride em direção a penalidades que irão privar o Irã de assegurar a oferta mundial da mercadoria.

Publicado por: Hellen Sandra

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,tempo-para-negociar-com-ira-esta-acabando-diz-hillary,cional,tempo-para-negociar-com-ira-esta-acabando-diz-hillary,856020,0.htm

domingo, 1 de abril de 2012

Terremoto no Chile sensibiliza Japão

  No dia 25 de março um terremoto de magnitude 6,8 na escala Richter atingiu oito regiões do centro e do sul do país num território de aproximadamente 30 quilômetros. O terremoto gerou 22 réplicas por todo o território chileno com algumas marcando mais de 4 pontos na escala Richter.
     
  O Instituto Sismológico da Universidade do Chile localizou o epicentro do terremoto na região de Maule, na mesma falha geológica que originou o terremoto de 2010, o maior já vivido por eles.
     
  Os especialistas consideraram esse terremoto uma réplica tardia do terremoto de 8,8 pontos que atingiu várias regiões do Chile em 27 de fevereiro de 2010, e se expandiu de Coquimbo, cidade chilena a 500 quilômetros ao norte de Santiago até Los Ríos, cidade chilena a 800 quilômetros ao sul da capital, totalizando 1300 quilômetros mais a cidade de Santiago de extensão. 
    
   As autoridades divulgaram que apenas 14 pessoas ficaram feridas e uma faleceu.

   O Escritório Nacional de Emergência (Onemi) deu ordem de evacuação preventiva em uma faixa de 500 quilômetros, percorrendo várias cidades litorâneas e próximas ao litoral. Aproximadamente 7 mil pessoas foram evacuadas de seus lares por medidas preventivas na região de Maule, região onde havia maior chance de acontecer um tsunami. Esses habitantes foram colocados a 30 metros acima do nível do mar e esperaram até que a situação se normalizasse e as chances de acontecer um tsunami fossem nulas. A organização voltou atrás com a evacuação, exceto em Maule devido aos dados técnicos divulgados pelo Serviço Hidrográfico e Oceanográfico da Armada (SHOA).
  
   Os presidentes do Chile, Sebastián Piñera, e do Japão, Yoshihiko Noda, reforçaram a cooperação dos países em prevenção de desastres e em energias renováveis, em um encontro que fechou a agenda política do presidente chileno em sua viagem asiática.
  
   Noda expressou a disposição do Japão de fornecer assistência ao Chile na área de gestão de desastres, a qual conta com um avançado sistema de alarmes que avisam sobre terremotos. Os dois líderes concordaram que a assistência recíproca em desastres naturais reforçou ainda mais os vínculos entre Japão e Chile, ambos situados em regiões com uma elevada atividade sísmica e que nos últimos anos sofreram devastadores tsunamis.
  
   Potencializar os laços econômicos foi um dos grandes objetivos da visita de Piñera, que encorajou os representantes japoneses a aumentarem os investimentos e o comércio com o Chile. A agenda do líder chileno também incluiu o setor científico e tecnológico.

escrito por: Jéssica Portes